EMACO

Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras


O Luís Corredoura é um jovem escritor que nos vem falar sobre A Escrita do Romance Histórico, Entre a Realidade e a Ficção.

Como sempre almoço pelas 12h45/13h e palestra lá para as 14h30/15h, seguem em anexo o cartaz.

O repasto terá lugar no Restaurante Leões da Tribo, em sala própria, no 1º andar, em Porto Salvo, no Pavilhão dos Leões de Porto Salvo.

Nota biográfica sobre o palestrante, pelo próprio:

“Nasci aquando do chamado “Verão Quente” precisamente naquela região que Gil Vicente dizia – in “Breve Sumário da História de Deus” – ser “terra de cardos, pedras e do diabo”. Em relação aos dois primeiros atributos, não há a mínima dúvida. Pode haver escassez de muita coisa em Pêro Pinheiro, excepto de riqueza pétrea. O mesmo sucede com os cardos, plantas que amiúde porfiavam em ficar com pedaços da indumentária que envergava aquando da minha meninice, nos tempos em que o tempo passava sem que dele houvesse noção, em brincadeiras com os amigos nos chãos de terra batida, outrora esventrada para dela se extrair o lioz com que se ergueu metade do país antes e depois de 1755. Quanto ao diabo… bom, isso daria azo a muitas histórias, pelo que fica para uma outra ocasião.

Em relação aos meus misteres… Sou arquitecto e mestre em Reabilitação do Património Arquitectónico e Paisagístico. Além de projectos que por vezes se consubstanciam em betão e ferro, faço igualmente amiúde outro tipo de “debuxos”, os “literários”. Até ao momento, dos vários manuscritos guardados na gaveta, três estão editados – “Nome de Código Portograal” – Grande Prémio Adamastor de Literatura Fantástica 2014 e Encouragement Award 2015 da European Science Fiction Society -, “Lusitano Fado” – Livro RTP 2014 – e “O Senado – história de uma conspiração” -, assim como uma tradução – “História da Espionagem e o Mundo dos Serviços Secretos” -, todos pela Marcador / Ed. Presença…”

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Como fica dito no próprio livro, provavelmente o maior livro de poemas publicado nos últimos cinco minutos, asserção irónica que, sendo uma grande verdade, não tem qualquer utilidade prática… Mas, sim, senhores, 254 poemas, ao longo de 344 páginas foi obra de prolongado fôlego que conheceu o seu nascimento oficial no passado dia 25 de Maio, no excelente espaço do Palácio do Egipto, em Oeiras.

Integrada esta acção na iniciativa Noites com Poemas, da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, que integro, contou, então, com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, na cedência daquele espaço. Uma referência destacada de agradecimento e elogio a Luísa Galvão, enquanto responsável do Palácio do Egipto, inexcedível no apoio logístico para que a nossa sessão chegasse a bom porto.

Numa sala muito bem composta e, acima de tudo, com excelentes representações dos grupos diversificados de relações que o autor cultiva, a sessão foi iniciada…

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Não sei – não sabe ninguém, como se diz no fado… – para que serve escrever um poema. Sei, apenas, dessa pulsão íntima. Sei, depois, do imperativo da partilha.

Dos bons humores de cada receptor vou coleccionando os ecos.

E reincido.Daí o nascimento de um meu novo livro de poemas, seguindo anteriores pegadas. Desta feita, trata-se de Um Mar em Nós – poemas de outro cantar -, uma vez mais com edição da Apenas Livros, algo assim como para cima de 250 poemas, que me foram sendo suscitados pelo lastro dos dias, ditos aqui e ali e que estavam por publicar…

O seu lançamento terá lugar no próximo dia 25 de Maio (sexta-feira), pelas 21 horas, no Centro Cultural Palácio do Egipto, em Oeiras (no centro histórico, junto à Igreja Matriz e ao quartel dos Bombeiros), integrando a iniciativa Noites com Poemas, que venho coordenando desde 2005. Nesta 106ª sessão serei, pois, eu o meu convidado.

O evento contará, como sempre, com a organização da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras e terá o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

Mário Piçarra levar-nos-á canções que compôs sobre poemas de minha autoria. Alguns amigos dirão, também, de sua justiça e a propósito… Mas conto com a presença de todos, claro, sem os quais a poesia dita perde a sua graça.

No entanto, para todos aqueles outros, dos meus círculos de afectos, que, por temperamento, pela distância… enfim, por indizíveis razões, mesmo não estando presentes, estejam interessados em obter esta minha nova obra, por favor, dêem-me conhecimento de tal, através do endereço jc.orca@gmail.com,  e haveremos de encontrar modo expedito de resolver o assunto.

Nota final – Para quem não possa (mas gostaria de) comparecer na sexta-feira, estarei, também, no dia 26 de Maio (sábado), pelas 21h30, no Chá da Barra, também em Oeiras (logo ali ao lado), em iniciativa proposta por Francisca PatrícioJosé Mendonça… e que também andará em volta dos meus poemas. Apresento, ainda, as minhas desculpas pelo tardio deste convite, motivado por imponderáveis que me transcendem… mas que se nos impõem ao arrepio de lógicas.

Até já. Até lá. Até sempre.

Abraços,

Jorge Castro

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Caros Associados,

A EMACO promove o 2º Curso sobre As Mulheres na História, sob direcção do Prof. Manuel Dias Duarte, desta feita subordinado ao tema As Mulheres na História da Hispânia Medieval.

O Curso  irá decorrer no Auditório César Batalha, em Oeiras (nas Galerias do Alto da Barra), nos dias 05, 12, 19, 26 de Maio, das 10h às 13h, e encerrará com a realização de um Colóquio, no dia 26 de Maio.

O Colóquio terá a coordenação de Manuel Dias Duarte e de Joaquim Boiça e terá lugar no dia 26 de Maio das 15h às 19h, também no Auditório César Batalha, com participantes a anunciar em breve.

As inscrições devem ser efectuadas por email para:

rui.lemos@espacoememoria.org,

terá o preço de Sócios e Estudantes – 20€ e o Público – 30€.

Para esclarecimento de alguma dúvida podem utilizar os seguintes telefones:

telefone Rui Lemos – 96 243 7048

telefone Joaquim Boiça- 91 260 8720.

PROGRAMA:

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Foi bonita a festa, pá!


Posted By on Abr 26, 2018

25 de Abril, sempre, claro! Mas, a cada passo, também.

No auditório da Escola Sebastião e Silva, em Oeiras, teve lugar a nossa evocação anual do 25 de Abril de 1974.

Sessão organizada pela Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Oeiras, aqui representada por Francisco Santana, dando as boas vindas aos presentes, na sua qualidade de anfitrião,… 

… e pela EMACO – Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, representada por Joaquim Boiça, secundando as palavras anteriores e fazendo um breve resumo das comemorações desta data em anos anteriores. De seguida anunciou a Mensagem da Direcção da Associação 25 de Abril, referente ao 44º Aniversário do dia inicial, inteiro e limpo,

… que nos foi apresentada pela Fátima Camilo

… perante uma audiência interessada.

 

De seguida, ouvimos o Grupo Coral ComSonante, com temas de Fernando Lopes Graça,…

… sob a direcção de Luiz Pedro Faro

Com João Paulo Oliveira e Jorge Castro tivemos cantares e poemas que de Abril se alimentam.

Jorge Castro

João Paulo Oliveira

E completou-se a sessão com o Grupo Coral ViVa Voz, composto por antigos alunos do Liceu de Oeiras…

… sob a direcção de Eduardo Martins.

Todos os presentes na sala entoaram, então, a Grândola, Vila Morena e dir-se-ia que, de tão bem cantada,

ali havia, se não ensaio forte, pelo menos uma forte grandeza de alma que toda a sessão nos invocara.

  • fotografias de Lourdes Calmeiro 
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No próximo dia 25 de Abril, a partir das 10 horas da manhã, a EMACO, em organização coadjuvada pela Associação dos Antigos Alunos do Liceu de Oeiras e com a colaboração de MAPA Associação Cultural e da Biblioteca Operária Oeirense, levará a efeito uma sessão evocativa do dia 25 de Abril de 1974, celebrando o 44º aniversário do dia inicial, inteiro e limpo em que emergimos da noite e do silêncio(…), como tão bem o definiu Sophia.

A sessão terá lugar no auditório da Escola Secundária Sebastião e Silva (antigo Liceu de Oeiras). Vejam a aliciante programação no cartaz:

Respiga-se da Mensagem que nos chegou da Direcção da Associação 25 de Abril evocativa deste aniversário e que será apresentada integralmenteneste evento:

Quando há 44 anos os Capitães de Abril quebraram  as correntes da ditadura, resgataram a Liberdade, abriram o caminho ao fim de uma guerra sem sentido e à Paz, e viram o povo português envolver-se profunda e entusiasticamente no processo de reconstrução da felicidade, sentiram-se profundamente realizados na iniciativa a que haviam metido ombros: o sonho de servir o seu povo, ideal maior dos militares, estava a acontecer, a realidade suplantava mesmo os mais ambiciosos sonhos.

A epopeia colectiva viria mesmo a tornar-se um acto único da História Universal(…).

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